terça-feira, 26 de maio de 2009

Rindo litros

"Rir pra caralho" e "rachar de rir" são expressões obsoletas pra mim. Aprendi com uma pessoa engraçadíssima que se pode "rir litros" de certas situações! E só de imaginar algumas, eu "rio litros"!! São elas:

- estudantes do último ano de uma graduação qualquer que não sabem escrever direito e trocam letras como "ruin" e "infelismente"

- pessoas que extravasam raivinhas infundadas em textos errados, pobres, parcos ou com mudez e cara feia (ISSO ME FAZ RIR LITROS!)

- gente que não lê, não se esforça, não muda o que está ruim nem faz questão de aprender o que está na cara, gratuitamente e com quem ensine

- gente que passa pela vida e nada deixa de interessante. Nem mesmo a memória de que um dia existiu

Isso, antes, me incomodava. Depois passei a ver que certas coisas não valem a pena e mesmo as que valem, um dia deixam de valer. Agora, sabendo dessa nova expressão, só posso é rir litros de situações assim! Rir litros de quem deixa a vida levar ao invés de levar a vida!

Riam sempre! Riam litros!

Feliz



Viver e não ter a vergonha de ser feliz
Cantar a beleza de ser um eterno aprendiz
Eu sei que a vida devia ser bem melhor, e será
Mas isso não impede que eu repita: é bonita, é bonita, é bonita.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Música e bom senso.

Será a grande parte dos rockeiros (eu inclusa) a raça mais inteligente e bem educada musicalmente? Ou os amantes de ópera? Talvez os que gostam de MPB? Não sei. O que sei é que pessoas inteligentes costumam ter educação e, necessariamente, pessoas educadas são inteligentes.

Deixar o porta-mals de um carro aberto, com um som berrante e insuportável, numa altura suficiente para incomodar até o diabo é coisa de gente sem educação, óbvio. Tão malditos quanto esses são os que, em transporte coletivo, ligam o celular em músicas lazarentas, pra todos ouvirem, sem um mínimo de respeito. São aleijados para colocar um fone e infringem a Lei Municipal (São Paulo) 6.681/65 - sim, desde 1965, em que é proibido o uso de aparelhos sonoros.

Talvez poucos percebam: eu, atenta de plantão, perceptiva de carteirinha e, acima de tudo, dotada de extremo bom senso (graças a Deus), percebo que esses infelizes sem educação não fazem parte dos que ouvem rock, ópera e MPB. Aos 26 anos nunca passei nervoso com um rockeiro dentro de um ônibus, por exemplo. Eles não têm atitudes para serem discriminados. SIM! Tenho preconceito com gente mal educada!!!! E gente que fz barulho em público nosrmalmente escuta pagode, funk e alguns forrós nojentos de letras com duplo sentido.

Quem disse a eles, os sem educação, que suas opções musicais são relevantes? Sem elas o planeta continua girando, por que, então, eles não tomam a atitude de colocar um fone e serem menos ridículos?